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A vida da LOBA num ano de pandemia

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Covid-19

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No início de março a pandemia de Covid-19 chegava ao nosso país e faz amanhã, precisamente, um ano que tomámos uma decisão difícil, mas extremamente ponderada, e que veio a marcar a nossa história nos últimos meses. Perante o número de casos crescente e as dúvidas que se instalaram, na LOBA tínhamos que fazer a nossa parte, e demos início ao processo de trabalho remoto. 

À data, decidimos que iríamos fazer uma reavaliação semanal da situação, e à medida que os dias iam passando, percebemos que a situação poderia durar mais do que o que se previa. Focámo-nos, assim, a 100% na adaptação dos nossos métodos de trabalho habituais ao regime de teletrabalho, com todas as mudanças que isso implica. 

Para além disso, achámos que esta seria uma altura para sermos mais solidários com quem precisa. Assim, lançámos uma campanha, em colaboração com a Adamus, de apoio à Cruz Vermelha Portuguesa, durante a qual foram doados 10 euros a esta instituição por cada encomenda feita no site da Adamus. Desenvolvemos ainda dois sites para os municípios de Oliveira de Azeméis e Guarda (onde temos dois dos nossos escritórios) que permitiram às autarquias fazer uma comunicação de informações específicas sobre o vírus e como é que este afeta a comunidade local.

Os meses foram passando e, em junho, decidimos fazer um regresso progressivo, alternado e por equipas aos escritórios da LOBA. Logo ali, percebemos que havia lições positivas a retirar deste primeiro período de confinamento e que muitas das mudanças trazidas pelo teletrabalho se iriam manter. 

Um ano passou, e continuamos a viver esta experiência a partir das nossas casas, por detrás dos nossos ecrãs. Por isso, decidimos perguntar aos lobáticos quais têm sido os aspetos mais positivos, bem como os maiores desafios desta experiência.

Alguns dos desafios a destacar:

  • “a aculturação das pessoas”
  • “Não há substituto para a conversa espontânea no escritório”
  • “Vivemos dias repetidos, confundindo o espaço de lazer com o mesmo local de trabalho”
  • “A partilha de conhecimento entre os membros da equipa é menos espontânea, o que acaba por exigir um maior esforço de todos”

E os pontos positivos:

  • “Estamos mais próximos e melhor preparados para sermos uma empresa mais global”
  • “O tempo no trânsito deixou de existir. Fica a sensação que o nosso dia cresceu”
  • “Criação de metodologias e dinâmicas novas que têm sido uma mais-valia”
  • “Continuamos unidos pelos objetivos, motivações e responsabilidades individuais”
  • “Níveis de concentração mais elevados, menos distrações, melhores rotinas”
  • “Re-aprendemos processos, musculamos as nossas metodologias”

Sabemos agora que neste período, vivemos momentos desafiantes e que as novas rotinas obrigaram a um esforço coletivo para que enquanto equipa, continuássemos a dar o nosso melhor. As interações espontâneas, os momentos triviais da vida no escritório desapareceram, e isso, por insignificante que possa parecer, é algo que tem uma influência muito grande no nosso humor, satisfação e bem estar. Por outro lado, há algo que nos tranquiliza: o trabalho remoto não nos afastou, não nos fez perder o nosso sentido de identidade – pelo contrário: hoje, estamos mais próximos do que nunca e conseguimos levar a nossa missão de criar excelentes experiências aos nossos clientes, e estes, por sua vez, aos seus, a um bom porto. 

Assim, ainda que estejamos cientes de que as dificuldades existem e não vão desaparecer, independentemente do rumo que a pandemia possa vir a tomar, podemos olhar para 2021 com mais confiança e crença no futuro.

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